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Se Liga ZMB - Março 2021 - p.3
Se Liga ZMB - Março 2021 - p.3

A MÚSICA EM TEMPO DE PANDEMIA

 

 

 

Estes Salve família ZMB, como vocês estão? E essa pandemia que pegou todo mundo de surpresa? Várias coisas mudaram, vários planos, atitudes, estudo, convivência, mas o mais importante é a nossa saúde mental, nosso psicológico. Diante deste cenário percebe-se um crescimento em longa escala de sintomas de depressão e ansiedade..Em tempos de pandemia do coronavírus, toda ajuda é bem-vinda . E a música pode ser uma grande aliada neste processo, por ser um recurso de fácil acesso, permeando constantemente o dia a dia das pessoas, e uma forma para aliviar tensões e consequente melhorar o seu bem-estar. “Talvez nunca saibamos por que a música existe. Ainda assim podemos usá-la para nos animar ou acalmar, amenizar dores e ansiedade ou formar vínculos. Como escreveu Sacks, talvez a música seja o que temos mais próximo da telepatia” (Schrock, 2012). Assim, pode-se dizer que música não é somente entretenimento, é construção humana, é aprendizagem, é terapia, é emoção, é realização… tendo grande relevância do desenvolvimento global humano. A música mexe com as emoções, é usada na área da saúde, estimula a memória e provoca tantos outros benefícios. Como resolvemos nossas crises por meio da música? Coloque sua melhor música que faça você ficar relaxado e que faça você dançar. Quem toca violão e também outros instrumentos, tire um solo, aprenda novos ritmos e novos acordes, cante um pouco, ocupe sua mente com a terapia da música. Uma perguntinha simples, você sabe qual a importância da música para nossas vidas? Para muitos ela é reconhecida como uma modalidade que desenvolve nossa mente. A música promove o equilíbrio, proporciona um estado de bem estar, assim facilitando a nossa concentração e o desenvolvimento do raciocínio. Ela também traz vários outros benefícios como: alívio de dores, a melhora da memória e até mesmo um estímulo para a prática da atividade física. Então quando estiver triste, ou até mesmo irritado, coloque uma boa música, aquela com uma melodia suave, que te faz dançar, e levante sua auto-estima com um pouco de som. Vamos cuidar um pouco mais de nós, vamos cantar, dançar, pular e ficar longe de tudo que nos deixa mal. Aproveite a vida, mas lembre-se, por enquanto, sem aglomerações! Segue uma playlist organizada pelo Alexandre para vocês curtirem. Boa diversão para todos. PLAYLIST:
https://youtube.com/playlist?list=PL3XUbn-rp0sUVtTCTDf0R8S7BOwzoQrSf

Alexandre Gildo, Cleirton Barbosa e Camile Franco - 3°A

 

 

O PRINCÍPIO DA IGUALDADE

 

Em muitas discussões sobre o papel da mulher na sociedade, exploramos diversos aspectos das desigualdades que persistem entre homens e mulheres. Diferenças de oportunidade de acesso ao mercado de trabalho, desigualdade do salário no ambiente coorporativo, na esfera pública, em geral são algumas dimensões onde percebemos as desigualdades de gênero. Quando falamos de objetificação do corpo feminino estamos nos referindo a da imagem feminina, ou seja: a aparência das mulheres importa mais do que todos os outros aspectos que a define enquanto indivíduo. Atualmente, por mais que as mulheres tenham alcançado mais independência financeira, uma das características da cultura patriarcal que ainda permanece é a objetificação que está intimamente ligada à essa função do corpo da mulher enquanto mero objeto do prazer sexual do homem hétero. Como posso identificar uma objetificação? A objetificação está presente nos mais diversos setores da sociedade. Um exemplo clássico é a forma de como uma mulher é retratada na sociedade, em que são estereotipadas e hipersexualizadas. A última pesquisa realizada pelo instituto Patrícia Galvão foi realizada em 11/02/2016. 84% dos pesquisados concordam que o corpo da mulher é usado para venda de produtos nas propaganda de TV e, 58% entende que a mulher é usada como objeto sexual nessas campanhas. Combater a objetificação é, portanto, mostrar para as mulheres que elas são indivíduos completos e capazes, que podem ser muito mais do que objetos de prazer masculino. Alexandre Gildo - 3°A

https://diversidadesalexksa.blogspot.com

 

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